30 julho 2008
24 julho 2008
22 julho 2008
Trek Top Fuel 9.9 SSL 2009
Já sabem que não consigo ser imparcial com esta marca, só tenho uma palavra para definir a estética desta bike... "LOUCURA".

Retirado do site mtbr.com (vale a pena ler)
The premiere cross-country racing mountain bike in the Trek line up has been updated. The primary goals were to reduce weight and increase stiffness. These are conflicting goals that have to be attacked with better design and new technology. The end result is a frame that weighs 2027 grams or 4.46 lbs. This is a savings of 431 grams from the 2008 Trek Top Fuel. Stiffness has been improved significantly as well. On the axle to axle torsional test, the 2009 Top Fuel scores 33% better stiffness than the 2008 model. In addition, a new seat mast design gives them an 11% improvement over the previous year.
How was all this accomplished? Well here are the key technologies:
· No Cut Seatmast - This is an integrated seatpost technology Trek has developed to achieve 100 grams of savings. Common in road bikes, Trek adapted it to fit the needs of mountain bikes where seatpost height adjustability is an option. Also, cutting the frame for fitting is avoided with this design. Two seatpost lengths are available, 185 mm and 245 mm and they fulfill the needs of about 90% of the users of regular seatposts.
· Net molded BB and head tube and pivots - This technology allows bearing sockets to be molded in the carbon fiber frame with extreme tolerances of +-.001 inches. Thus bearings can be dropped in with no threads or additional aluminum structures that add weight.
· BB90 Bottom Bracket - This allows the use of drop in bearings for less weight. Also, using a 2×9 crankset developed in collaboration with FSA, a very low Q-Factor is achieved. The Q-Factor is 10 mm narrower than the Shimano XTR setup
Other improvements to the 2009 bike are:
· Active Braking Pivot System (ABP) - a lighter ‘race’ version of this technology was developed for the Top Fuel. The result is a more active rear suspension during heavy braking.
· Travel increased to 100 mm - This is up 10 mm from the previous version.
· Full Floater + Custom Tuned Shock - The quality of travel is improved to be more usable with better small bump sensitivity and improved mid-stroke control.
· Carbon wheels - The 9.9 model is spec’ed with Bontrager XXX Carbon Wheels. The rims are carbon and weigh less than 330 grams each. They are tubeless compatible as well.
So there we have it. Trek has surprised as with a completely redesigned XC Race bike. The result is a sub 21 lb. full suspension bike (with Triple Ti Eggbeater pedals). Price is around $6500 for the top of the line 9.9 model.
Mais imagens na parte inferior do site
P.S. - Ai o que eu descobri agora mesmo, vou já jogar no euromilhões... a "minha" 9.9 Elite 2009
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BruMau
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14 julho 2008
24 horas de Sobrado em BTT
Tenho vontade de chamar a este post "o regresso ao pódium!", mas tenho receio de não poder continuar a alimentar esse título, como tal, vou limitar-me a contar como foram as minhas cerca de 21horas em cima da bicicleta.
Pois, para quem ainda não sabe, as 24horas Candibyke de 2007 tinham-me ficado atravessadas. Não achei muito justo ter que abandonar um sólido segundo lugar por causa de dores nos olhos. A verdade seja dita que só tornou este resultado mais saboroso!
A corrida começou com um ritmo brutal. Vi malta a trepar pela primeira subida acima como se a meta fosse a 500metros. Pensei para mim mesmo que seriam todos membros de equipas de 4 elementos (que fazem os tempos por volta mais baixos) porque certamente aquele não era o ritmo a que iria aguentar o tempo todo que tínhamos pela frente.
Como não tive oportunidade de ver o terreno antes do início da corrida, a primeira volta foi para reconhecimento. Claro está que foi um reconhecimento “foguete”. Foi a minha volta mais rápida com 30minutos. Quando percebi o tipo de terreno que iria ter pela frente vi logo que não seria sensato manter aquele andamento. A verdade é que não só o acumulado era de 3200metros a cada 100km como o terreno em si era muito lento. Os caminhos eram essencialmente rocha e pedra solta. Disse logo mal da minha vida! Comecei logo a pensar que tinha sido a pior de todas as corridas para estrear a minha Merida (hardtail) e o conforto da suspenção traseira da Trek SL estava cada vez mais presente. Quanto a isso não havia nada a fazer, portanto, siga para mais uma volta.
Aí pela 5ª volta, a coisa não estava a correr nada bem. Houve malta da categoria de Solo que disparou logo desde a partida e vi a minha classificação baixar para um 5º lugar. Confesso que secretamente tinha ansiado por um lugar no pódium. As experiências tinham-me já dado algumas dicas sobre o andamento e sobre todo o apoio necessário e o TransPortugal e mais umas saídas com os MulaRaiders em velocidade “supersónica” ajudaram a manter o treino endurance necessário. Mas a verdade é que não estava a ser o suficiente e tive alguma dificuldade em encontrar o ritmo “coelhinho Duracell”. Esse seria o andamento que me permitiria “durar e durar e durar”...
Também é verdade que era um terreno fácil de menosprezar. E aparentemente foi o que fizeram alguns participantes. À medida que ia havendo “encostos” à box eu tentava apanhar mais uns minutos e aí pelas quatro da tarde, a volta 7 iniciava as “hostilidades” com o Rui Pedro Miranda e eu a alternamos posições numa luta pelo primeiro lugar. Esta luta durou até à volta 10 quando comecei a ter uma vantagem consolidada.
Quando caiu a noite eu sabia que as minha luzes me iam fazer andar bem e não poupei o material. O ar estava mais fresco e eu ainda me sentia forte. Afinal ainda só tínhamos 8 ou 9 horas a pedalar... o que é isso para um MulaRaider? lol. Senti que descia à noite como se fosse de dia, e fazia as subidas a iluminar outra malta que ia passando. Houve os comentários habituais de :”ó amigo, aí parece que vai de dia!” ou então a versão mais nortenha “...que p*** de luzes que aí tem!“. :D
A verdade é que exagerei nas luzes! Andei com a intensidade sempre no máximo, e é fácil perder a noção de quanto tempo já levamos com as luzes acesas. Como tal, fiquei sem bateria lá pelas dez e tal da noite. Mal feito da minha parte, claro, até porque com baterias suplentes, não havia necessidade nenhuma disso. Fiz os 2km finais dessa volta completamente a pé e literalmente a apalpar o terreno. Ainda pedi duas boleias mas não havia condições para arriscar atrás de alguém. Com uma troca de bateria, uma afinadela na mudança traseira, um pouco de ar no pneu, um cumprimento do vencedor do TransPortugal(João Marinho) 30minutos perdidos e muita força dada pelos Mulas, lá voltei à pista. É claro que o João aproveitou para dizer mal dos meus Vbrakes... mais uma vez! ;-)
Como a hora já era avançada preocupei-me com a alimentação e em manter o ritmo certinho. No entanto o corpo já começava a não querer responder. Apesar das pernas ainda não estarem a queimar (muito) o coração já não queria trabalhar. O aviso final chegou sob forma de uma quase-queda por falta de reflexos. Estava decidido. Havia chegado a hora de descanso.
Tinha visto que levava já um avanço de 2 voltas sobre o segundo classificado e como tal mais valia ser cauteloso do que deitar tudo a perder. Foi por volta das duas da manhã que fiz a primeira pausa para um sono de 30min. Na verdade acabou por ser uma paragem de uma hora (com mudanças de roupa e reforço alimentar).
Duas voltas mais tarde e foi a vez dos olhos se queixarem. A visão começou a ficar desfocada. Tinha que fechar os olhos 3 e 4 vezes até conseguir recuperar a nitidez. Senti mais uma vez que estava a andar no limite da queda com consequências graves. Então, às cinco da manhã fiz a segunda pausa para outro sono de 30minutos. Esta paragem foi de 1:20 porque na verdade estava um frio que cortava as orelhas. Foi incrível o quanto a temperatura desceu durante a noite. Isso e o facto do meu sistema de aquecimento ter cedido aos músculos todas as calorias que tinha reservadas e agora, não havia nada para regular a temperatura. Havia ainda uma solução, montar na bike e pedalar!
Com o nascer do dia, o caminho tinha melhorado bastante. Tinha agora menos pedras na trajectória que todos os participantes faziam, e a humidade nocturna ajudado a segurar o pó no chão. Com a ajuda do staff nas boxes, decidi que ia fazer as voltas mais lentas que pudesse e segurar as duas voltas de diferença. Nesta fase ainda estava tudo em aberto. Dois furos eram muito possíveis, tal como qualquer outro problema mecânico. Na verdade a SID WorldCup entregou a alma ao criador e durante a manhã já não filtrava a dureza do terreno como umas horas antes.
Fui fazendo pausas pequenas de 2 minutos a cada volta, para beber e para comer algo rápido. Foi uma manhã de perseverança e auto-controlo.
Estas decisões compensaram e vesti a camisola da Mula para, orgulhoso, a exibir ao cruzar a meta!
Como já escrevo isto na segunda à noite, posso dizer que perdi 3kg em relação a 6a feira... :D Posto mais fotos quando as tiver, até lá ficam os links:
classificações SIIM
video RUUULAAA TEAM (obrigado pela motivação dada)
Mais uma vez tenho que dizer que não estive sozinho a receber o prémio. Esse foi só o resultado do esforço conjunto dos Mularaiders durante todas as corridas e treinos feitos até agora. Tenho também que agradecer à minha equipa de bastidores que foram incansáveis e fizeram as 24horas sempre ao meu lado com comida pronta para me enfiar pela boca abaixo. E um beijinho e um Xi muito bom à minha sobrinha Mafalda, pela coroa de vencedor que me desenhou e apesar da vergonha, me colocou na cabeça em frente de todos!
obrigado a todos
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quickfreddie
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Labels: 24 horas sobrado;btt
Parabens Campeão
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El Pinto
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13 julho 2008
12-07-2008
Ontem fomos até Fafe, sem o nosso MR. (Nuno aka Quickfreddie) que foi para as 24h de Sobrado (a solo), e que GANHOU!!!! PARABÉNS NUNO!!!
Percurso durinho quanto baste mas valeu pelo convívio. Obrigado à nossa claque :)
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Unknown
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11 julho 2008
VillaBassa - UCI XCM 2008
Vejam, vale mesmo a pena... final dramático nos homens. A Gun Rita é que já está ao seu nível, mais uma medalha de ouro. Parece que o ano e meio parada não lhe fizeram nada, impressionante.
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BruMau
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10 julho 2008
Spiuk - Nomad Series
Deixo-vos as fotos dos 3 modelos pela ordem acima mencionada.


Para mais pormenores, vejam aqui o site da Spiuk.
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BruMau
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08 julho 2008
24h BTT CANDIBYKE SBC-Sobrado BTT Clube
Com início e meta nas imediações do Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Sobrado, o evento inicia-se às 12 horas do dia 12 de Julho e termina às 12:00 horas de 13 de Julho. Existe uma tolerância de 1 hora para chegadas após as 12:00 horas de Domingo, registando-se o participante e equipa que efectue o maior número de voltas ao circuito.
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BruMau
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15:41
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06 julho 2008
Voltinha de Sábado 2
"Faltinha"?!?! Malucos?!?! ...nem por isso!
Maluqueira é mesmo ter saído às 6 da manhã de São João da Madeira (o nascer do sol era às 6:07). Mas, tinha que ser feito. :D
Tinham-nos prometido um percurso offroad até Fátima. Que seria com muito alcatrão até à Mealhada, já todos tínhamos visto (graças ao Google) mas o que não sabíamos era o que estava para vir.
O início é realmente verdadeiramente irritante de tanto zig-zag e sobe-e-desce pequenino. Passa a antiga N1 de um lado para o outro pelo menos aí umas 50 vezes e isto tudo antes de chegar a Albergaria.
A juntar à festa começamos logo mal. A minha "amarelinha" já levava a roda empenada de casa e eventualmente um dos raios cedeu. O ElPinto tinha o desviador de tal forma que não conseguia mudar de pratos. Tudo isto fez com que adicionassemos 1:30 ao tempo de viagem que de outra forma teria sido evitada.
Há vantagens em seguir as estradas secundárias. A primeira, e isto dito por quem já fez o percurso por estrada, é a falta trânsito e o nível de stress que isso implica. Dá para ir a par muito tempo e sempre se dizem mais uns disparates, não é Rodes? A segunda é que introduz mais variedade ao percurso. Acho que o cenário visto da estrada é francamente deprimente. Muitos armazéns abandonados, sucatas e animais em putrefacção. Pela alternativa interior, não há nada disso. O percurso é mais rural e há sítios em que nos cruzamos com peregrinos que fazem os Caminhos de Santiago na direcção oposta.
Na verdade este percurso é quase todo intransitável por bicicleta de estrada. Ficavam as rodas feitas num oito bem rápido. Mas é muito acessível para BTT. Diria que noventa por cento será caminho pavimentado, ou mesmo asfaltado. Claro que há umas surpresas do género do leito de um rio seco cheio de rochas ou umas subidas a 18% de declive no todo-o-terreno.
De facto as subidas finais são só para malta com muita convicção. Depois de 200km contabilizados ainda há que querer muito chegar a Fátima. Os kilometros finais de Ourém para Fátima são o sprint final, para quem ainda tiver vontade. São 5 km de subida que a Muleirada fez a rasgar! Qual 200km qual o quê! Quando lá chegamos estavamos todos cheios de energia! Ou era com medo de não ter água quente ou então era para serem os primeiros a serem fotografados pelo Samuka que nos foi buscar. Obrigadão amigalhaço!
Para a próxima fazemos isto no Sábado e regressamos pela estrada no Domingo... está combinado!
;-)
clica aqui para ver as fotos no picasa
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quickfreddie
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05 julho 2008
VOLTINHA DE SÁBADO
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28 junho 2008
Pedais Look - Quartz
Existe uma versão em Carbono 230gr (75€) e uma em Titânio 198gr (171€) que tem um aspecto (quanto a mim) lindíssimo.
Para terem um termo de comparação, uns pedais XTR pesam 325gr.
Fica aqui a foto da versão básica Cro-Mo e da versão topo em titânio...
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BruMau
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21 junho 2008
2ª Maratona BTT Rally Fafe
Pelo que dizem os outros mulas, esta vai ser difícil de roer.
As altimetrias para as provas já estão disponíveis... resumo do site.
"A Maratona de Fafe tem como objectivo ser uma prova de resistência, pelo que se pautara pela distância e o desnível acumulado a percorrer, sempre acompanhada de uma espectacular flora com paisagem quem nunca mais se esquece onde se pode ver bem perto a Sra. da Graça. A meia-maratona sendo uma distância menor, consegue usufruir de diferentes e variadíssimos trilhos com paisagens igualmente admiráveis, que no dia poderás comprovar.
A bela paisagem de Montelongo vai servir de companhia aos bttistas, juntamente com os famosos trilhos do rally, bem como toda a zona envolvente do concelho de Fafe, com trilhos, singletrack e estradões para todos os gostos, não faltando a passagem por típicas aldeias minhotas com direito ao perfume da vitela assada no forno, que se entranhada nas vielas a hora do almoço... ... bom apetite!"
Altimetria
- Distância 77 km
- Altura Mínima 169 m
- Altura Máxima 831 m
- Acumulado 1948 m
- Distância 42 km
- Altura Mínima 169 m
- Altura Máxima 695 m
- Acumulado 1172 m
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BruMau
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09:34
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14 junho 2008
Fulcrum Red Carbon 2009
Disponíveis para 6 furos e sistema centerlock, pesam 1450gr e são tubeless. A marca acrescenta que estas rodas são 15% mais "nervosas" que as Red Metal Zero, ajudando a produzir rápidas acelerações.
Quem já as está a testar é o Julien Absalon.
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BruMau
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Tomac - Novidades 2008


Fica aqui um video da Snyper 140 (fonte - AndreXTR forumbtt)
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BruMau
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09:29
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11 junho 2008
Momentos da Viagem a Sagres
O nosso Jantar em que alguêm parecia que estava possuido :-)
Ainda bem que a foto não tem cheiro :-)
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El Pinto
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16:33
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09 junho 2008
Enquanto 4 Mulas foram até Sagres ver o Mr, outros ficaram a representar a Muleirada na meia-maratona de Estarreja. Os parabens ao "piqueno" Valter que conseguiu um 23º lugar, o Fábio (que é um candidato a Mula :D:D:D) em 78º (salvo erro) e o António que diz que rebentou ficou-se pelo 107º. De qualquer maneira dizem eles que foi divertido.
Tempos finais dos 50km:
1º - 1:37:01
23º - 1:46:06 - Valter
78º - 2:01:47 - Fábio
107º - 2:06:27 - António
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Unknown
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23:06
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Final da Travessia Garmin 2008
A Travessia chegou ao fim, acabou aquele frenesim de todos os dias sair do trabalho e correr para o blog a ver se havia novidades, vasculhar o fórumbtt na esperança de ler mais um comentário sobre a etapa, ler nos intervalos do trabalho a newsletter do dia, olhar para as fotos e imaginar o que iria na cabeça daqueles “bravos do pedal”, na cabeça da nossa MULA.Foi um evento vivído com tanta intensidade por mim, pelos outros, que tornou-se difícil não cometer um acto de irracionalidade, perder os meus 10€ de inscrição da Maratona de Estarreja e aturar 3 Mulas chatos, mal cheirosos (e à tarde em versão camarão) durante um dia dentro de um carro :)
Foi com grande satisfação, felicidade, mas acima de tudo, ORGULHO que fizémos cerca de 550km para estar no final da última etapa da Travessia, Sagres.
PARABÉNS NUNO, foste fantástico :)
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BruMau
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17:30
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Dia 8
Partindo das termas de Monchique foi um sobe e desce pelo eucaliptal até chegar ao mar. Os estradões eram rápidos e o Marco Almeida que estava dorido da queda do dia anterior parecia um tractor a abrir caminho para mim e para o Diogo.
Como a etapa era curta, a possibilidade de recuperação de tempo era menor. Mas com o Marco a "embrulhar pacote" (é a expressão dele para andar rápido) tudo era possível. Facto é que passamos pela dupla americana aí no km 60. A desidratação do dia anterior estava a fazer-lhes mossa e tinham parado para água.
Seguimos caminho sem parar e quem é que estava no trilho? A MULEIRADA TODA!Tudo de t-shirt pretinha a exibir a bela da mula!
A recordação do dia anterior era ainda fresca e forcei-me a pensar que só mesmo em Sagres é que a corrida termina. Até lá estava tudo em aberto e nada de lançar foguetes! Bastava pensar no Leon. Que caiu a metros da meta da 7a etapa e partiu a clavícula. Não queria nada disso. Nem furos. Nem pneus trilhados. Rolar era a única coisa a fazer.
O mar chegou-se perto de nós pela primeira vez na corrida. Já todos tínhamos sido avisados que desse ponto até ao final ainda havia muito trabalho para fazer. E é um facto que não só os trilhos ficam técnicos como há zonas bem perigosas. O vento forte e os single tracks estreitos com as escarpas logo ali ao lado não dão grande margem para erro. Além disso é preciso pensar que os reflexos eram bem mais rápidos há oito dias do que agora. Mais fácil dizer do que fazer!
O Helder tinha-se perdido e foi agarrado por nós. Aí vi logo que íamos perder o nosso tractor porque, assim que as subidas começassem, o Marco e o Helder iam disparar por elas acima e deixar tudo e todos para trás. Ainda tentei manter-me perto. Ainda tentei ignorar as 160bpm. Tentei até pensar que o ardor nos músculos era do sol e não cansaço. A tentar fazer isto tudo não sobrou atenção para o GPS e claro, saí do track!
Lá se foi o esforço todo pela janela fora. O Diogo que tinha ficado mais para trás recuperou o terreno e tive que lhe dar com alma até o apanhar outra vez. A última recta a 1,5km da chegada é asfalto e tem vento muito forte de norte (ou não estivessemos em Sagres). Rolar a 55km/h não é dificil e seguia o Diogo já ali a 200metros. Só o apanhei mesmo nas rochas antes da meta o que quer dizer que não seria adequado chegar primeiro do que ele. Deixei-o cortar a meta e só depois tive eu o meu momento de glória. Peguei na "amarelinha" e cruzei a meta com ela nos braços. Sagres estava conquistada, a Travessia terminada e a Muleirada aplaudia em êxtase...
Foram 8 dias muito intensos. Tanto para os participantes como para a organização. No jantar de encerramento foi notório o estado de tristeza de todos. Se por um lado estavamos todos felizes por terminar este projecto de oito dias, por outro estavamos tristes porque significava o "adeus".
Ao receber a minha estatueta de participante disse ao António e à Berta que eles são os maiores, à Louize dei um abraço grande agradecenço a oportunidade, à Teresa e à Mila um amasso por me terem mantido em forma durante esta semana.
Para mim, a cerimónia de encerramento não teve sabor de "adeus", foi mais de "até à próxima"...
Last but not least, a minha Muleirada, que são a razão pela qual andei tão bem. Foram eles que há dois anos puxaram por por mim. Foram eles que fizeram questão de manter a fasquia alta durante os treinos e foram eles que vieram socorrer e apoiar esta coisa de loucos que me deu para fazer. Muito, mas muito obrigado! ;-)
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quickfreddie
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08 junho 2008
Dia 7
Arraquei com precaução mas queria ir forte por isso fui na companhia do Marinho, Silva, Hernandez e Nathan. Segurei-me até ao km 10 (a uma média de 30km/h) mas já estava a ser demasiado. Daí em diante segui sozinho. Rapidamente se esgotou a kilometragem plana e começou o calor.
Estava decidido a apanhar os americanos mas pareceu-me que não estava a ser rápido o suficiente. Normalmente passo pelo Jan Bear depois o Gary Johnson e só depois o Greg Barret, mas hoje o Jan nunca mais aparecia. Até que, de repente parece que vejo o Greg Barret. Quando o passei, perguntei o que tinha acontecido. Ele disse-me que já tinha furado duas vezes e eu pensei que o meu problema maior já estava a ser resolvido. Era só tentar apanhar o Jan e concerteza iria subir os dois lugares que tanta impressão me andam a meter.
Até houve tempo para ceder uma câmara de ar ao Leon Schoor. A confiança era tanta que até lhe disse para ele ficar com a minha bomba... Erro crasso já se vê! Nem 5 km andei quando acerto uma castanhada num calhau vindo não sei muito bem de onde... Pneu cortado, câmara cortada e aro dobrado. Bonito serviço! E agora agarro-me aos co.. e espero que o Nosso Senhor faça um milagre! Lá comecei a tarefa de mudar a câmara, colei fita americana no pneu, verifiquei se tinha picos e rezei para que aquilo aguentasse... E eis que chega o Leon com a minha bomba. Enchi o pneu e lá se aguentou até até ao fim.
É claro que, entretanto o Gary já me tinha passado. A coisa já não estava a correr nada bem outra vez. Quando estava a colocar a roda passou o Diogo Vieira e decidimos ir juntos. Foi o asfalto todo a rasgar. Lembrei-me logo daquela vez que eu e o Rodes chegamos às antenas a 190bpm... só que aqui mais do que 150bpm e a perna arde... por dentro! Apanhamos o Gary e o Leon a meio do asfalto e eu pensei... "Já foste!". Passamos pelo Gary e ele nem reagiu. O Leon ainda tentou vir atrás. Mas segurou a roda 500m. Eu e o Diogo estavamos em brasa mas ele estava decidido a fazer dele a minha luta.
Valeu a pena ter ge ido o início da etapa e subimos tudo a 150bpm antes de, repentinamente começar-mos a descer. Achei que era cedo para ter acabado mas se descia era para despachar serviço. A 65km/h pelo monte abaixo o Diogo assustava-se com a rotação mas manteve-se duro mesmo depois de eu gritar "yyypiekaey mother fuc.... "
Começamos a subida final e o GPS dele apaga-se... Bolas! "onde tens as pilhas?" -"estão no Camelback na bolsa de fora." Trocamos de pilhas em andamento e continuamos a fuga pelo monte acima já faltava pouco para o km 128 e a partir daí era a descer até à meta. Eu olhava para a perna e só pensava em toxinas a fluir dentro das veias... Já estava todo roto mas tinha que queimar mais até ao final. :D
Na descida para Monchique ainda tentei apanhar o cone dum carro que passou, mas o Diogo gritou que o corte era já ali à frente e não deu tempo.
Conclusão: Isto só acaba na praia em Sagres e até lá muita coisa acontece. O Gary e o Greg inverteram as posições e mantenho-me atrás deles mas estou bem mais próximo dos dois do que ontem.
Amanhã começamos logo a trepar. Rolar em grupo seria boa ideia. Não sei se o Diogo vai responder ao desafio, mas ajudava muito. Logo se vê...
Amanhã há mais... A partir de Sagres claro!
;-)
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quickfreddie
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07 junho 2008
Altimetria para o 8º dia
Parece incrível mas já passou uma semana... e tu minha Mula teimosa, sempre a dar ao pedal, que orgulho :)

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BruMau
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Mais fotos da 6ª Etapa
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El Pinto
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06 junho 2008
Dia 6
Mas eu sabia que não estava na minha liga. Como dizia o alentejano Nuno Guerreio, "era um comboio para o qual não tinha bilhete e ficar nele só poderia resultar em estado de caca!" lol
Mas que tenha sido efémero este momento com o grupo líder. Será eterna a foto que o Agnelo tirou enquanto o Renato, o Zé e o Marinho seguiam na minha roda. Ah pois é! Era ver os outros a perderem-se de nós e eu ainda tive fôlego para 'abrir o vento'. Não se iludam, foi só um minuto. Mas alimentou-me o ego para o resto do dia. Só tive pena de hoje não levar a camisola da muleirada... (não estava seca).
Amanhã pode ser que o começo seja semelhante uma vez que a topologia é quase igual. Mas a verdade é que rolar a 170bpm depois destes dias todos de corridas durante a hora de aquecimento não me parece que vá ser boa ideia.
Além disto, as emoções estiveram ao rubro porque ainda não tínhamos andado 2km quando o pneu 'hiper-mega rolante e leve' do Marco Almeida explodiu a 40km/h. Não estou a exagerar! Aquela bodega fez um 'bang' tão grande que parecia um tiro. Era ver o pelotão todo aos 'esses' para se desviarem dele e de repente quando ele encosta era tipo carro de F1... A andar no aro. Serve para mostrar que uma má escolha de pneus num evento destes pode não só custar muito tempo como muitas dores.
Quanto à etapa em si, era muito rolante tendo eu conseguido uma média de 25km/h nos 140km cobertos. Foi suficiente para ocupar um 12° na etapa de hoje mas não o suficiente para compensar o handicap dos americanos que estão à minha frente. Portanto na classificação geral a vantagem deles mantem-se.
A Y portou-se bem, e cortei a meta a fazer-lhe miminhos e a dar-lhe beijos. Foi risada geral! O staff e os participantes mais rápidos já perceberam o meu espírito e entram na brincadeira. O Peter Paelink continua a dizer que estou a concorrer na categoria de 'clássicos'.
A má noticia do dia é que a Sónia Lopes não vai chegar a Sagres na bicicleta porque fracturou a mesma clavícula do que o ano passado :-( . Ficamos tristes porque a duas perdas que a caravana teve até agora foram ferimentos de longa recuperação (Luis Picado com fémur fracturado e Sónia Lopes com a clavícula). Todos os outros problemas são contornados. Um viva para a organização que imediatamente deduziu o tempo que cerca de 7 participantes gastaram na assistência à Sónia. Mais um pormenor que mostra que aqui nada é deixado ao acaso.
A etapa de amanhã é aparentemente complicada porque serva as dificuldades todas para o fim. Vou tentar fazer uma gestão inteligente do esforço para subir na tabela na chegada a Monchique.
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quickfreddie
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Dia 5
A boa velha Y lá ia surprendendo todos os que achavam que nem a primeira subida ela faria. No entanto senti logo que os amortecedores tinham, com o tempo de prateleira que ela teve, perdido pressão. Rapidamente comecei a sentir a falta da suspensão até porque para quem ia fazer 160km aos 25km ainda só íamos com uma média de 10km/h. O dia estava a prometer ser longo.
Ao encontrar o Paul West pelo km 40 resolvi rolar com ele para lhe retribuir o favor do primeiro dia. O Paul não aguentava a minha roda nas rectas nem conseguia negociar as subidas como eu. Lá fui dizendo que depois do ponto de água do km 75 iria acelerar.
E assim foi. Mesmo com a roda ligeiramente empenada, resultado do raio partido, dava para rolar forte pelo asfalto fora.
Passando novamente de asfalto para terra devo ter acertado com a roda em alguma irregularidade e empenei a roda ainda mais. Desta vez ficou a tocar muito no travão. Por distração e falta de raciocínio achei que era o terreno que estava a dificultar a progressão e não a bicicleta a travar. Só 10km depois é que percebi o que se passava mas até então tinha esgotado toda a energia que trazia.
Daí até ao final foi sempre a amargar. Acho que foi a primeira vez em 550km que desmontei por cansaço numa zona completamente ciclável.
Ainda assim não perdi posições. Amanhã vou tentar rolar forte para apanhar os velhotes americanos e ver se lhes dou tempo suficiente para compensar o handicap deles.
Amanhã há mais...
Foto: Teresinha nas massagens
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quickfreddie
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05 junho 2008
Arranque da 4ª etapa (Ontem)
Olhem só para ele no meio... "ide que já vos apanho". Isto é só confiança. Ele estava mas é a ver se o cartão de memória estava bem preso :)
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BruMau
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15:30
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Dia 5 (Extra)
SINTO ORGULHO EM SER MULARAIDER!
...tinha que dizer isto.
Abraço a todos
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quickfreddie
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08:40
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