Deixo-vos as fotos dos 3 modelos pela ordem acima mencionada.


Para mais pormenores, vejam aqui o site da Spiuk.


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BruMau
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BruMau
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Pelo que dizem os outros mulas, esta vai ser difícil de roer.
As altimetrias para as provas já estão disponíveis... resumo do site.
"A Maratona de Fafe tem como objectivo ser uma prova de resistência, pelo que se pautara pela distância e o desnível acumulado a percorrer, sempre acompanhada de uma espectacular flora com paisagem quem nunca mais se esquece onde se pode ver bem perto a Sra. da Graça. A meia-maratona sendo uma distância menor, consegue usufruir de diferentes e variadíssimos trilhos com paisagens igualmente admiráveis, que no dia poderás comprovar.
A bela paisagem de Montelongo vai servir de companhia aos bttistas, juntamente com os famosos trilhos do rally, bem como toda a zona envolvente do concelho de Fafe, com trilhos, singletrack e estradões para todos os gostos, não faltando a passagem por típicas aldeias minhotas com direito ao perfume da vitela assada no forno, que se entranhada nas vielas a hora do almoço... ... bom apetite!"
Altimetria
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BruMau
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O nosso Jantar em que alguêm parecia que estava possuido :-)
Ainda bem que a foto não tem cheiro :-)
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El Pinto
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A Travessia chegou ao fim, acabou aquele frenesim de todos os dias sair do trabalho e correr para o blog a ver se havia novidades, vasculhar o fórumbtt na esperança de ler mais um comentário sobre a etapa, ler nos intervalos do trabalho a newsletter do dia, olhar para as fotos e imaginar o que iria na cabeça daqueles “bravos do pedal”, na cabeça da nossa MULA.
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BruMau
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17:30
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Partindo das termas de Monchique foi um sobe e desce pelo eucaliptal até chegar ao mar. Os estradões eram rápidos e o Marco Almeida que estava dorido da queda do dia anterior parecia um tractor a abrir caminho para mim e para o Diogo.
Como a etapa era curta, a possibilidade de recuperação de tempo era menor. Mas com o Marco a "embrulhar pacote" (é a expressão dele para andar rápido) tudo era possível. Facto é que passamos pela dupla americana aí no km 60. A desidratação do dia anterior estava a fazer-lhes mossa e tinham parado para água.
Seguimos caminho sem parar e quem é que estava no trilho? A MULEIRADA TODA!Tudo de t-shirt pretinha a exibir a bela da mula!
A recordação do dia anterior era ainda fresca e forcei-me a pensar que só mesmo em Sagres é que a corrida termina. Até lá estava tudo em aberto e nada de lançar foguetes! Bastava pensar no Leon. Que caiu a metros da meta da 7a etapa e partiu a clavícula. Não queria nada disso. Nem furos. Nem pneus trilhados. Rolar era a única coisa a fazer.
O mar chegou-se perto de nós pela primeira vez na corrida. Já todos tínhamos sido avisados que desse ponto até ao final ainda havia muito trabalho para fazer. E é um facto que não só os trilhos ficam técnicos como há zonas bem perigosas. O vento forte e os single tracks estreitos com as escarpas logo ali ao lado não dão grande margem para erro. Além disso é preciso pensar que os reflexos eram bem mais rápidos há oito dias do que agora. Mais fácil dizer do que fazer!
O Helder tinha-se perdido e foi agarrado por nós. Aí vi logo que íamos perder o nosso tractor porque, assim que as subidas começassem, o Marco e o Helder iam disparar por elas acima e deixar tudo e todos para trás. Ainda tentei manter-me perto. Ainda tentei ignorar as 160bpm. Tentei até pensar que o ardor nos músculos era do sol e não cansaço. A tentar fazer isto tudo não sobrou atenção para o GPS e claro, saí do track!
Lá se foi o esforço todo pela janela fora. O Diogo que tinha ficado mais para trás recuperou o terreno e tive que lhe dar com alma até o apanhar outra vez. A última recta a 1,5km da chegada é asfalto e tem vento muito forte de norte (ou não estivessemos em Sagres). Rolar a 55km/h não é dificil e seguia o Diogo já ali a 200metros. Só o apanhei mesmo nas rochas antes da meta o que quer dizer que não seria adequado chegar primeiro do que ele. Deixei-o cortar a meta e só depois tive eu o meu momento de glória. Peguei na "amarelinha" e cruzei a meta com ela nos braços. Sagres estava conquistada, a Travessia terminada e a Muleirada aplaudia em êxtase...
Foram 8 dias muito intensos. Tanto para os participantes como para a organização. No jantar de encerramento foi notório o estado de tristeza de todos. Se por um lado estavamos todos felizes por terminar este projecto de oito dias, por outro estavamos tristes porque significava o "adeus".
Ao receber a minha estatueta de participante disse ao António e à Berta que eles são os maiores, à Louize dei um abraço grande agradecenço a oportunidade, à Teresa e à Mila um amasso por me terem mantido em forma durante esta semana.
Para mim, a cerimónia de encerramento não teve sabor de "adeus", foi mais de "até à próxima"...
Last but not least, a minha Muleirada, que são a razão pela qual andei tão bem. Foram eles que há dois anos puxaram por por mim. Foram eles que fizeram questão de manter a fasquia alta durante os treinos e foram eles que vieram socorrer e apoiar esta coisa de loucos que me deu para fazer. Muito, mas muito obrigado! ;-)
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quickfreddie
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12:19
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Arraquei com precaução mas queria ir forte por isso fui na companhia do Marinho, Silva, Hernandez e Nathan. Segurei-me até ao km 10 (a uma média de 30km/h) mas já estava a ser demasiado. Daí em diante segui sozinho. Rapidamente se esgotou a kilometragem plana e começou o calor.
Estava decidido a apanhar os americanos mas pareceu-me que não estava a ser rápido o suficiente. Normalmente passo pelo Jan Bear depois o Gary Johnson e só depois o Greg Barret, mas hoje o Jan nunca mais aparecia. Até que, de repente parece que vejo o Greg Barret. Quando o passei, perguntei o que tinha acontecido. Ele disse-me que já tinha furado duas vezes e eu pensei que o meu problema maior já estava a ser resolvido. Era só tentar apanhar o Jan e concerteza iria subir os dois lugares que tanta impressão me andam a meter.
Até houve tempo para ceder uma câmara de ar ao Leon Schoor. A confiança era tanta que até lhe disse para ele ficar com a minha bomba... Erro crasso já se vê! Nem 5 km andei quando acerto uma castanhada num calhau vindo não sei muito bem de onde... Pneu cortado, câmara cortada e aro dobrado. Bonito serviço! E agora agarro-me aos co.. e espero que o Nosso Senhor faça um milagre! Lá comecei a tarefa de mudar a câmara, colei fita americana no pneu, verifiquei se tinha picos e rezei para que aquilo aguentasse... E eis que chega o Leon com a minha bomba. Enchi o pneu e lá se aguentou até até ao fim.
É claro que, entretanto o Gary já me tinha passado. A coisa já não estava a correr nada bem outra vez. Quando estava a colocar a roda passou o Diogo Vieira e decidimos ir juntos. Foi o asfalto todo a rasgar. Lembrei-me logo daquela vez que eu e o Rodes chegamos às antenas a 190bpm... só que aqui mais do que 150bpm e a perna arde... por dentro! Apanhamos o Gary e o Leon a meio do asfalto e eu pensei... "Já foste!". Passamos pelo Gary e ele nem reagiu. O Leon ainda tentou vir atrás. Mas segurou a roda 500m. Eu e o Diogo estavamos em brasa mas ele estava decidido a fazer dele a minha luta.
Valeu a pena ter ge ido o início da etapa e subimos tudo a 150bpm antes de, repentinamente começar-mos a descer. Achei que era cedo para ter acabado mas se descia era para despachar serviço. A 65km/h pelo monte abaixo o Diogo assustava-se com a rotação mas manteve-se duro mesmo depois de eu gritar "yyypiekaey mother fuc.... "
Começamos a subida final e o GPS dele apaga-se... Bolas! "onde tens as pilhas?" -"estão no Camelback na bolsa de fora." Trocamos de pilhas em andamento e continuamos a fuga pelo monte acima já faltava pouco para o km 128 e a partir daí era a descer até à meta. Eu olhava para a perna e só pensava em toxinas a fluir dentro das veias... Já estava todo roto mas tinha que queimar mais até ao final. :D
Na descida para Monchique ainda tentei apanhar o cone dum carro que passou, mas o Diogo gritou que o corte era já ali à frente e não deu tempo.
Conclusão: Isto só acaba na praia em Sagres e até lá muita coisa acontece. O Gary e o Greg inverteram as posições e mantenho-me atrás deles mas estou bem mais próximo dos dois do que ontem.
Amanhã começamos logo a trepar. Rolar em grupo seria boa ideia. Não sei se o Diogo vai responder ao desafio, mas ajudava muito. Logo se vê...
Amanhã há mais... A partir de Sagres claro!
;-)
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quickfreddie
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00:44
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Parece incrível mas já passou uma semana... e tu minha Mula teimosa, sempre a dar ao pedal, que orgulho :)

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BruMau
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22:56
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El Pinto
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01:07
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Mas eu sabia que não estava na minha liga. Como dizia o alentejano Nuno Guerreio, "era um comboio para o qual não tinha bilhete e ficar nele só poderia resultar em estado de caca!" lol
Mas que tenha sido efémero este momento com o grupo líder. Será eterna a foto que o Agnelo tirou enquanto o Renato, o Zé e o Marinho seguiam na minha roda. Ah pois é! Era ver os outros a perderem-se de nós e eu ainda tive fôlego para 'abrir o vento'. Não se iludam, foi só um minuto. Mas alimentou-me o ego para o resto do dia. Só tive pena de hoje não levar a camisola da muleirada... (não estava seca).
Amanhã pode ser que o começo seja semelhante uma vez que a topologia é quase igual. Mas a verdade é que rolar a 170bpm depois destes dias todos de corridas durante a hora de aquecimento não me parece que vá ser boa ideia.
Além disto, as emoções estiveram ao rubro porque ainda não tínhamos andado 2km quando o pneu 'hiper-mega rolante e leve' do Marco Almeida explodiu a 40km/h. Não estou a exagerar! Aquela bodega fez um 'bang' tão grande que parecia um tiro. Era ver o pelotão todo aos 'esses' para se desviarem dele e de repente quando ele encosta era tipo carro de F1... A andar no aro. Serve para mostrar que uma má escolha de pneus num evento destes pode não só custar muito tempo como muitas dores.
Quanto à etapa em si, era muito rolante tendo eu conseguido uma média de 25km/h nos 140km cobertos. Foi suficiente para ocupar um 12° na etapa de hoje mas não o suficiente para compensar o handicap dos americanos que estão à minha frente. Portanto na classificação geral a vantagem deles mantem-se.
A Y portou-se bem, e cortei a meta a fazer-lhe miminhos e a dar-lhe beijos. Foi risada geral! O staff e os participantes mais rápidos já perceberam o meu espírito e entram na brincadeira. O Peter Paelink continua a dizer que estou a concorrer na categoria de 'clássicos'.
A má noticia do dia é que a Sónia Lopes não vai chegar a Sagres na bicicleta porque fracturou a mesma clavícula do que o ano passado :-( . Ficamos tristes porque a duas perdas que a caravana teve até agora foram ferimentos de longa recuperação (Luis Picado com fémur fracturado e Sónia Lopes com a clavícula). Todos os outros problemas são contornados. Um viva para a organização que imediatamente deduziu o tempo que cerca de 7 participantes gastaram na assistência à Sónia. Mais um pormenor que mostra que aqui nada é deixado ao acaso.
A etapa de amanhã é aparentemente complicada porque serva as dificuldades todas para o fim. Vou tentar fazer uma gestão inteligente do esforço para subir na tabela na chegada a Monchique.
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quickfreddie
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23:57
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Ao encontrar o Paul West pelo km 40 resolvi rolar com ele para lhe retribuir o favor do primeiro dia. O Paul não aguentava a minha roda nas rectas nem conseguia negociar as subidas como eu. Lá fui dizendo que depois do ponto de água do km 75 iria acelerar.
E assim foi. Mesmo com a roda ligeiramente empenada, resultado do raio partido, dava para rolar forte pelo asfalto fora.
Passando novamente de asfalto para terra devo ter acertado com a roda em alguma irregularidade e empenei a roda ainda mais. Desta vez ficou a tocar muito no travão. Por distração e falta de raciocínio achei que era o terreno que estava a dificultar a progressão e não a bicicleta a travar. Só 10km depois é que percebi o que se passava mas até então tinha esgotado toda a energia que trazia.
Daí até ao final foi sempre a amargar. Acho que foi a primeira vez em 550km que desmontei por cansaço numa zona completamente ciclável.
Ainda assim não perdi posições. Amanhã vou tentar rolar forte para apanhar os velhotes americanos e ver se lhes dou tempo suficiente para compensar o handicap deles.
Amanhã há mais...
Foto: Teresinha nas massagens
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quickfreddie
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01:07
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Olhem só para ele no meio... "ide que já vos apanho". Isto é só confiança. Ele estava mas é a ver se o cartão de memória estava bem preso :)
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BruMau
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15:30
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SINTO ORGULHO EM SER MULARAIDER!
...tinha que dizer isto.
Abraço a todos
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quickfreddie
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08:40
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Compensando a falta de palavras com a qualidade das fotos (Sonia Lopes antes de partir do Ladoeiro e a Louize Hill e moi-mème), digo-vos que amanhã há mais... 160km a mais...
Mas a razão principal de escrever isto hoje é para mandar um abração às Mulas que estão a participar nisto 'de fora'.
Vieram ao meu auxílio com a bicicleta para que possa continuar no terreno até Sagres enveredando a orgulhosa Mula na camisola. Quando o Rodes foi embora, várias pessoas me perguntaram de onde é que ele tinha vindo e como é que sabia do problema da SL... foi com muito respeito que me ouviram dizer que a Viagem são 600km.
É este o espírito! Como tal, é por vocês que vou levar a Mula até Sagres... custe o que custar! Obrigado pelo apoio e pela força.
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quickfreddie
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23:59
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O dia de amanhã pelo menos ao nível da quilómetragem, faz logo pensar na Ultra-Maratona de Serpa.
Boa sorte mula, a Y vai-se portar bem.
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BruMau
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23:43
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