09 junho 2008

Final da Travessia Garmin 2008

A Travessia chegou ao fim, acabou aquele frenesim de todos os dias sair do trabalho e correr para o blog a ver se havia novidades, vasculhar o fórumbtt na esperança de ler mais um comentário sobre a etapa, ler nos intervalos do trabalho a newsletter do dia, olhar para as fotos e imaginar o que iria na cabeça daqueles “bravos do pedal”, na cabeça da nossa MULA.

Foi um evento vivído com tanta intensidade por mim, pelos outros, que tornou-se difícil não cometer um acto de irracionalidade, perder os meus 10€ de inscrição da Maratona de Estarreja e aturar 3 Mulas chatos, mal cheirosos (e à tarde em versão camarão) durante um dia dentro de um carro :)

Foi com grande satisfação, felicidade, mas acima de tudo, ORGULHO que fizémos cerca de 550km para estar no final da última etapa da Travessia, Sagres.

PARABÉNS NUNO, foste fantástico :)

Dia 8

Partindo das termas de Monchique foi um sobe e desce pelo eucaliptal até chegar ao mar. Os estradões eram rápidos e o Marco Almeida que estava dorido da queda do dia anterior parecia um tractor a abrir caminho para mim e para o Diogo.

Como a etapa era curta, a possibilidade de recuperação de tempo era menor. Mas com o Marco a "embrulhar pacote" (é a expressão dele para andar rápido) tudo era possível. Facto é que passamos pela dupla americana aí no km 60. A desidratação do dia anterior estava a fazer-lhes mossa e tinham parado para água.

Seguimos caminho sem parar e quem é que estava no trilho? A MULEIRADA TODA!Tudo de t-shirt pretinha a exibir a bela da mula!

A recordação do dia anterior era ainda fresca e forcei-me a pensar que só mesmo em Sagres é que a corrida termina. Até lá estava tudo em aberto e nada de lançar foguetes! Bastava pensar no Leon. Que caiu a metros da meta da 7a etapa e partiu a clavícula. Não queria nada disso. Nem furos. Nem pneus trilhados. Rolar era a única coisa a fazer.

O mar chegou-se perto de nós pela primeira vez na corrida. Já todos tínhamos sido avisados que desse ponto até ao final ainda havia muito trabalho para fazer. E é um facto que não só os trilhos ficam técnicos como há zonas bem perigosas. O vento forte e os single tracks estreitos com as escarpas logo ali ao lado não dão grande margem para erro. Além disso é preciso pensar que os reflexos eram bem mais rápidos há oito dias do que agora. Mais fácil dizer do que fazer!

O Helder tinha-se perdido e foi agarrado por nós. Aí vi logo que íamos perder o nosso tractor porque, assim que as subidas começassem, o Marco e o Helder iam disparar por elas acima e deixar tudo e todos para trás. Ainda tentei manter-me perto. Ainda tentei ignorar as 160bpm. Tentei até pensar que o ardor nos músculos era do sol e não cansaço. A tentar fazer isto tudo não sobrou atenção para o GPS e claro, saí do track!

Lá se foi o esforço todo pela janela fora. O Diogo que tinha ficado mais para trás recuperou o terreno e tive que lhe dar com alma até o apanhar outra vez. A última recta a 1,5km da chegada é asfalto e tem vento muito forte de norte (ou não estivessemos em Sagres). Rolar a 55km/h não é dificil e seguia o Diogo já ali a 200metros. Só o apanhei mesmo nas rochas antes da meta o que quer dizer que não seria adequado chegar primeiro do que ele. Deixei-o cortar a meta e só depois tive eu o meu momento de glória. Peguei na "amarelinha" e cruzei a meta com ela nos braços. Sagres estava conquistada, a Travessia terminada e a Muleirada aplaudia em êxtase...

Foram 8 dias muito intensos. Tanto para os participantes como para a organização. No jantar de encerramento foi notório o estado de tristeza de todos. Se por um lado estavamos todos felizes por terminar este projecto de oito dias, por outro estavamos tristes porque significava o "adeus".

Ao receber a minha estatueta de participante disse ao António e à Berta que eles são os maiores, à Louize dei um abraço grande agradecenço a oportunidade, à Teresa e à Mila um amasso por me terem mantido em forma durante esta semana.

Para mim, a cerimónia de encerramento não teve sabor de "adeus", foi mais de "até à próxima"...

Last but not least, a minha Muleirada, que são a razão pela qual andei tão bem. Foram eles que há dois anos puxaram por por mim. Foram eles que fizeram questão de manter a fasquia alta durante os treinos e foram eles que vieram socorrer e apoiar esta coisa de loucos que me deu para fazer. Muito, mas muito obrigado! ;-)

08 junho 2008

Dia 7

Hoje ia ser brutal. Eram 135km com o pior para o fim. E por "pior" a Ciclonatur queria dizer uma subida tipo Cabanelas no seu pior... Assim tipo depois do Enduro de Vale de Cambra quando aquilo está tudo escavacado... Com 40°C a atestar no pescoço. Quando esta acabou veio outra do género da subida para as antenas na Freita... ainda com 40°C.

Arraquei com precaução mas queria ir forte por isso fui na companhia do Marinho, Silva, Hernandez e Nathan. Segurei-me até ao km 10 (a uma média de 30km/h) mas já estava a ser demasiado. Daí em diante segui sozinho. Rapidamente se esgotou a kilometragem plana e começou o calor.

Estava decidido a apanhar os americanos mas pareceu-me que não estava a ser rápido o suficiente. Normalmente passo pelo Jan Bear depois o Gary Johnson e só depois o Greg Barret, mas hoje o Jan nunca mais aparecia. Até que, de repente parece que vejo o Greg Barret. Quando o passei, perguntei o que tinha acontecido. Ele disse-me que já tinha furado duas vezes e eu pensei que o meu problema maior já estava a ser resolvido. Era só tentar apanhar o Jan e concerteza iria subir os dois lugares que tanta impressão me andam a meter.

Até houve tempo para ceder uma câmara de ar ao Leon Schoor. A confiança era tanta que até lhe disse para ele ficar com a minha bomba... Erro crasso já se vê! Nem 5 km andei quando acerto uma castanhada num calhau vindo não sei muito bem de onde... Pneu cortado, câmara cortada e aro dobrado. Bonito serviço! E agora agarro-me aos co.. e espero que o Nosso Senhor faça um milagre! Lá comecei a tarefa de mudar a câmara, colei fita americana no pneu, verifiquei se tinha picos e rezei para que aquilo aguentasse... E eis que chega o Leon com a minha bomba. Enchi o pneu e lá se aguentou até até ao fim.

É claro que, entretanto o Gary já me tinha passado. A coisa já não estava a correr nada bem outra vez. Quando estava a colocar a roda passou o Diogo Vieira e decidimos ir juntos. Foi o asfalto todo a rasgar. Lembrei-me logo daquela vez que eu e o Rodes chegamos às antenas a 190bpm... só que aqui mais do que 150bpm e a perna arde... por dentro! Apanhamos o Gary e o Leon a meio do asfalto e eu pensei... "Já foste!". Passamos pelo Gary e ele nem reagiu. O Leon ainda tentou vir atrás. Mas segurou a roda 500m. Eu e o Diogo estavamos em brasa mas ele estava decidido a fazer dele a minha luta.

Valeu a pena ter ge ido o início da etapa e subimos tudo a 150bpm antes de, repentinamente começar-mos a descer. Achei que era cedo para ter acabado mas se descia era para despachar serviço. A 65km/h pelo monte abaixo o Diogo assustava-se com a rotação mas manteve-se duro mesmo depois de eu gritar "yyypiekaey mother fuc.... "

Começamos a subida final e o GPS dele apaga-se... Bolas! "onde tens as pilhas?" -"estão no Camelback na bolsa de fora." Trocamos de pilhas em andamento e continuamos a fuga pelo monte acima já faltava pouco para o km 128 e a partir daí era a descer até à meta. Eu olhava para a perna e só pensava em toxinas a fluir dentro das veias... Já estava todo roto mas tinha que queimar mais até ao final. :D

Na descida para Monchique ainda tentei apanhar o cone dum carro que passou, mas o Diogo gritou que o corte era já ali à frente e não deu tempo.

Conclusão: Isto só acaba na praia em Sagres e até lá muita coisa acontece. O Gary e o Greg inverteram as posições e mantenho-me atrás deles mas estou bem mais próximo dos dois do que ontem.

Amanhã começamos logo a trepar. Rolar em grupo seria boa ideia. Não sei se o Diogo vai responder ao desafio, mas ajudava muito. Logo se vê...

Amanhã há mais... A partir de Sagres claro!
;-)

07 junho 2008

Altimetria para o 8º dia

Parece incrível mas já passou uma semana... e tu minha Mula teimosa, sempre a dar ao pedal, que orgulho :)

Mais fotos da 6ª Etapa


Mais 2 fotos retiradas do Forumbtt que foram tiradas pelo Ludus...
Aqui fica o link para reportagem da BTT-TV acerca da etapa e entrevista João Marinho e Jose Silva http://www.btt-tv.com/index.php?option=com_content&task=view&id=265&Itemid=1



06 junho 2008

Dia 6

Que dia este! Tive um arranque brutal com o João Marinho, José Silva, Renato e o Nathan. Havia mais uns pouco de início mas foram ficando para trás. Ainda resisti na roda deles até ao km 30. Nos primeiros 18km fizemos uma média de 33km/h e nos 15 seguintes abrandamos para er 30km/h. :D

Mas eu sabia que não estava na minha liga. Como dizia o alentejano Nuno Guerreio, "era um comboio para o qual não tinha bilhete e ficar nele só poderia resultar em estado de caca!" lol

Mas que tenha sido efémero este momento com o grupo líder. Será eterna a foto que o Agnelo tirou enquanto o Renato, o Zé e o Marinho seguiam na minha roda. Ah pois é! Era ver os outros a perderem-se de nós e eu ainda tive fôlego para 'abrir o vento'. Não se iludam, foi só um minuto. Mas alimentou-me o ego para o resto do dia. Só tive pena de hoje não levar a camisola da muleirada... (não estava seca).

Amanhã pode ser que o começo seja semelhante uma vez que a topologia é quase igual. Mas a verdade é que rolar a 170bpm depois destes dias todos de corridas durante a hora de aquecimento não me parece que vá ser boa ideia.

Além disto, as emoções estiveram ao rubro porque ainda não tínhamos andado 2km quando o pneu 'hiper-mega rolante e leve' do Marco Almeida explodiu a 40km/h. Não estou a exagerar! Aquela bodega fez um 'bang' tão grande que parecia um tiro. Era ver o pelotão todo aos 'esses' para se desviarem dele e de repente quando ele encosta era tipo carro de F1... A andar no aro. Serve para mostrar que uma má escolha de pneus num evento destes pode não só custar muito tempo como muitas dores.

Quanto à etapa em si, era muito rolante tendo eu conseguido uma média de 25km/h nos 140km cobertos. Foi suficiente para ocupar um 12° na etapa de hoje mas não o suficiente para compensar o handicap dos americanos que estão à minha frente. Portanto na classificação geral a vantagem deles mantem-se.

A Y portou-se bem, e cortei a meta a fazer-lhe miminhos e a dar-lhe beijos. Foi risada geral! O staff e os participantes mais rápidos já perceberam o meu espírito e entram na brincadeira. O Peter Paelink continua a dizer que estou a concorrer na categoria de 'clássicos'.

A má noticia do dia é que a Sónia Lopes não vai chegar a Sagres na bicicleta porque fracturou a mesma clavícula do que o ano passado :-( . Ficamos tristes porque a duas perdas que a caravana teve até agora foram ferimentos de longa recuperação (Luis Picado com fémur fracturado e Sónia Lopes com a clavícula). Todos os outros problemas são contornados. Um viva para a organização que imediatamente deduziu o tempo que cerca de 7 participantes gastaram na assistência à Sónia. Mais um pormenor que mostra que aqui nada é deixado ao acaso.

A etapa de amanhã é aparentemente complicada porque serva as dificuldades todas para o fim. Vou tentar fazer uma gestão inteligente do esforço para subir na tabela na chegada a Monchique.

Altimetria para o 7º dia

Está quase...

Fotos da Etapa de Hoje

Aqui a liderar o pelotão, reparem bem no "gajo" da camisola amarela :-)

Na meta da etapa de hoje... é só love... um beijinho na sua velha (ou será nova!) MULA

Altimetria para o 6º dia


Dia 5

A etapa de hoje eram só 160km. Era só a mais longa em extensão. Era só pedalar até Monsaraz. Era só esperar que os kilometros passassem. Tretas! Começou logo com 5km de subida 1:1 pelo monte de Castelo de Vide acima. Depois seguiram-se 15km de terreno com muita pedra solta, nosso conhecido das corridas de Portalegre. Passamos inclusive pela ZA TREK 40 (ainda tinha isso no GPS).

A boa velha Y lá ia surprendendo todos os que achavam que nem a primeira subida ela faria. No entanto senti logo que os amortecedores tinham, com o tempo de prateleira que ela teve, perdido pressão. Rapidamente comecei a sentir a falta da suspensão até porque para quem ia fazer 160km aos 25km ainda só íamos com uma média de 10km/h. O dia estava a prometer ser longo.

Ao encontrar o Paul West pelo km 40 resolvi rolar com ele para lhe retribuir o favor do primeiro dia. O Paul não aguentava a minha roda nas rectas nem conseguia negociar as subidas como eu. Lá fui dizendo que depois do ponto de água do km 75 iria acelerar.

E assim foi. Mesmo com a roda ligeiramente empenada, resultado do raio partido, dava para rolar forte pelo asfalto fora.

Passando novamente de asfalto para terra devo ter acertado com a roda em alguma irregularidade e empenei a roda ainda mais. Desta vez ficou a tocar muito no travão. Por distração e falta de raciocínio achei que era o terreno que estava a dificultar a progressão e não a bicicleta a travar. Só 10km depois é que percebi o que se passava mas até então tinha esgotado toda a energia que trazia.

Daí até ao final foi sempre a amargar. Acho que foi a primeira vez em 550km que desmontei por cansaço numa zona completamente ciclável.

Ainda assim não perdi posições. Amanhã vou tentar rolar forte para apanhar os velhotes americanos e ver se lhes dou tempo suficiente para compensar o handicap deles.

Amanhã há mais...


Foto: Teresinha nas massagens

05 junho 2008

Arranque da 4ª etapa (Ontem)

Olhem só para ele no meio... "ide que já vos apanho". Isto é só confiança. Ele estava mas é a ver se o cartão de memória estava bem preso :)

Dia 5 (Extra)

Estou no hotel a olhar para a minha "amarelinha"...

SINTO ORGULHO EM SER MULARAIDER!

...tinha que dizer isto.

Abraço a todos

04 junho 2008

Dia 4

Hoje vai ser curto porque não há tempo para muito. As pernas começam a queixar-se cada vez mais cedo. Tudo o que seja perto das 160bpm por mais do que dois ou três minutos faz os músculos arderem bastante. Hoje tive um dia sem forçar. A bike não resistiu à tareia da Travessia e teve que ser trocada pela velha Trek Y. Já fui imensamente gozado por continuar com uma bicicleta com 10 anos. Vamos a ver se ainda me lembro como ela anda.

Compensando a falta de palavras com a qualidade das fotos (Sonia Lopes antes de partir do Ladoeiro e a Louize Hill e moi-mème), digo-vos que amanhã há mais... 160km a mais...

Mas a razão principal de escrever isto hoje é para mandar um abração às Mulas que estão a participar nisto 'de fora'.

Vieram ao meu auxílio com a bicicleta para que possa continuar no terreno até Sagres enveredando a orgulhosa Mula na camisola. Quando o Rodes foi embora, várias pessoas me perguntaram de onde é que ele tinha vindo e como é que sabia do problema da SL... foi com muito respeito que me ouviram dizer que a Viagem são 600km.

É este o espírito! Como tal, é por vocês que vou levar a Mula até Sagres... custe o que custar! Obrigado pelo apoio e pela força.

Altimetria para o 5º dia

O dia de amanhã pelo menos ao nível da quilómetragem, faz logo pensar na Ultra-Maratona de Serpa.

Boa sorte mula, a Y vai-se portar bem.

Mais 2 fotos da Etapa de Hoje

Mais 2 fotos da Etapa de Hoje que o Varadero gentilmente nos enviou. O nosso muito Obrigado.

Uma Foto da nossa Mula

Uma foto que retirei do ForumBTT em que aparece a nossa Mula na etapa de hoje. Espero que o Varadero não se importe :-)

QuickFreddie on the move...


Se virem a newsletter do 3º dia, podem encontrar por lá esta foto do nosso mula.

03 junho 2008

Altimetria para o 4º dia

Dia 3

112 km em 6 horas devolve uma média interessante para o dia de hoje. Claro que o João Marinho fez a mesmissima coisa em menos uma hora. É uma diferença de 20%!!! Brutal!

Hoje, apesar de ter diminuído o ritmo com a finalidade de recuperar algumas baterias, acho que acabei por colocar um ritmo tão constante que em média compensou muito bem.

Nota-se o cansaço em todos os participantes e como já se conhecem as caras (e o andamento), já há quem não tente fugir ou mesmo ficar na roda.

Hoje tal, como ontem, pensei que ia ter a companhia do Diogo ou do Luis Picado para pedalar na parte rolante. Acontece que o Diogo decidiu baixar o ritmo para recuperar e o Luis Picado partiu o fémur na descida de Monsanto. Como tal, fiz a segunda parte da etapa na companhia dos meus botões.

Seja como for, consegui parar ainda menos do que os já escassos minutos de ontem. A razão sendo que já sabia o que esperar e então escolhi a quantidade de água e o reabastecimento com precaução. A distância de mais de 50km entre o primeiro e o segundo ponto de água levaram-me a decidir pelo Camelback e o bidon cheios logo desde a partida. A decisão compensou e o tempo parado foram uns meros 3:40 para reabastecer ambos recipientes e colocar óleo na corrente. Ainda houve tempo para oferecer óleo a um dos participantes "séniores" que ficou largamente agradecido.

Quando dei por ela já tinha feito a subida do Ramilo e passado Monsanto. O conhecido avião da maratona de Idanha não tardou a aparecer e daí até ao hotel eu sabia que ia ser para rolar. Mantive a minha média de pulsações nos 142bpm sendo que passei 60% do tempo na Zona 3 (ontem foi só 47%).

O São Pedro foi generoso com a malta porque segurou 5 ou 6 nuvens no ceu. O suficiente para fazer sombra mas sem chover. A temperatura ainda chegou aos 33°C mas nada do que se parecesse com os 42°C que sofremos neste sítio em Abril.

No todo, recuperei algo em termos fisicos e deu para subir na classificação. Fui 14° na etapa e sou agora 17° na geral.

Amanhã são outros tantos km até Castelo de Vide. Vamos ver o que acontece.

Amanhã há mais...

02 junho 2008

Altimetria para o 3º dia


Para os interessados em notícias diárias da travessia fica aqui o link

MulaRaiders | Template by: À pois é!
Website: MulaRaiders Power